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25 abril, 2011

Aprenda com perguntas de entrevista do Google

Talita Abrantes, de EXAME.com

SÃO PAULO - Como uma das empresas mais queridinhas dos jovens profissionais, o Google pega pesado na hora de escolher as pessoas que irão compor seu time de colaboradores.

Prova disso, é o grau de dificuldade de algumas das perguntas das entrevistas de emprego da gigante de buscas.


Com base em uma lista de perguntas feita a clientes da consultoria americana Impact Interview que participaram dos processos de seleção da empresa, EXAME.com selecionou as 12 questões mais cabeludas.

Alerta: não vale tentar decorar as respostas para essas perguntas na véspera da entrevista. Criatividade e trajetória profissional sólida são requisitos básicos para quem quer trabalhar no Google.

Em outras palavras, ganha pontos quem se preparou durante a vida toda para uma oportunidade dessas. Confira as lições que a entrevista de emprego do Google pode trazer para sua carreira:

1. O que é dois para o poder de 64? (Engenheiro de software)

Lição I. Não subestime os fundamentos

Quem não sabe nada de cálculos binários pensou mais do que duas vezes. Quem sabe, respondeu sem hesitar: dois é a base de 64 – o fundamento da tecnologia, já que tudo é processado na base 2.

Aparentemente, a resposta pode ser simples, mas ela é capaz de revelar muito sobre o candidato, segundo André Assef, diretor da consultoria Desix.

Mas o ponto nessa não é só ter a reposta na ponta da língua e, sim, aprender a aplicar conceitos básicos nas tarefas diárias mais complicadas.

“O profissional que tem a capacidade de recorrer à base de seu conhecimento pra resolver situações complexas é mais direto”, diz o especialista. "Se ele não faz isso, pode até ser um bom técnico, mas não tem domínio do conhecimento".

2. Imagine um armário repleto de camisetas. É muito difícil encontrar uma camiseta nele. Então, como você organizaria o armário para encontrá-las facilmente? (Gerente de produto)

3. Projete um plano de evacuação para São Franscisco (Gerente de produto)

Lição II. Vá além do óbvio

As empresas – e isso, evidentemente, inclui o Google – querem profissionais capazes de superar as expectativas para o cargo em questão. Eles procuram gente que vá além dos conceitos que aprendeu nos bancos da faculdade, pós-graduação ou MBA.

Isso fica evidente nas duas questões da página anterior.

Em que circunstâncias um gerente de produto de uma empresa de tecnologia precisaria fazer um plano de evacuação de uma cidade ou organizar uma armário de camisetas? Provavelmente, nunca.

A chave da resposta, contudo, não está nas funções do cargo em questão.

Mas, sim, na capacidade do candidato para relacionar conceitos de diferentes áreas para a solução de problemas – um tipo de habilidade em alta para todas as funções.

4. Se você fosse o Gerente de Produto do Google Adwords, como faria um plano de marketing desse produto? (Gerente de marketing de produto)

5. Quem são os principais concorrentes do Google e como Google compete com eles? (Gerente de marketing de produto)

6. Se você fosse o gerente de marketing de produto do Gmail, como faria um plano de marketing para alcançar 100 milhões de clientes em seis meses? (Gerente de marketing de produto)

7. Quanto você acha que o Google fatura diariamente apenas com as propagandas no Gmail? (Gerente de marketing de produto)

Lição III. Saiba tudo sobre o negócios e o segmento de atuação da empresa

A regra é básica. Nunca vá para uma entrevista de emprego sem investigar a lógica de negócios da empresa. Entrar no site institucional, no entanto, não é suficiente.

As perguntas feitas pelos recrutadores da companhia de Larry Page mostram que é preciso ter conhecimentos profundos sobre lógica de mercado e estrutura do segmento de atuação da empresa. Algo que uma busca rápida no Google não resolveria.

“O profissional precisa conhecer a cadeia de valores que cercam os produtos dessa companhia”, diz o especialista. “Toda a empresa vive de lucro. É preciso entender o caminho do dinheiro, desde os produtos e público alvo até os principais concorrentes e as estratégias da companhia”.

8. Você é o capitão de um navio pirata e sua tripulação fará uma votação para definir como o ouro será dividido. Se menos da metade dos piratas concordar com sua proposta, você será morto.Como você recomendaria um meio para dividir o ouro de forma a ganhar uma boa recompensa mas ao mesmo tempo sobreviver? (Engenheiro-chefe)

Lição IV. Líder, apesar do cargo

Mesmo sem ocupar um cargo de liderança, todo profissional precisa desenvolver características de compatíveis com quem assume essa função.

Seja para se relacionar com um cliente, convencer o chefe de um novo projeto ou simplesmente lidar melhor com os colegas de trabalho.

“É o fato de você se perguntar constantemente sobre como levar as pessoas para o mesmo lado, como identificar qual a visão delas e alinhá-las”, diz Assef. “Essa habilidade é fundamental independente do cargo”.

Poucos nascem com esse tipo de competência. Quem não tem o dom, no entanto, pode trabalhar meios para desenvolvê-lo.

E como fazer isso? Basicamente se relacionando de maneira a conhecer ao máximo os mistérios da condição humana. Feito isso, vale pesquisar métodos na internet – como o especialista aconselha.

9. Quantas bolas de golfe cabem em um ônibus escolar? (Gerente de produto)

Lição V. A capacidade de “se virar”

Na vida real, na hora de tomar de decisões, quase sempre todas as variáveis não estão postas. Ou seja, você tem que agir, sem ter muita ideia do cenário completo. É a maneira como o candidato lida com situações assim que os recrutadores do Google tentaram identificar com essa pergunta.

“O fundamental é proatividade e bom senso, sem dar uma reposta absurda”, diz Assef. De acordo com ele, essa pergunta, feita a um aspirante ao cargo de gerente de produto, exigiria também agilidade de raciocíonio, visão espacial e noção de todo.

10. Explique, em três sentenças, o que é uma base de dados para seu primo de oito anos. (Gerente de produto)

11. Que método você usaria para encontrar uma palavra no dicionário? (Engenheiro de software)

12. Como você armazenaria 1 milhão de números telefônicos? (Engenheiro de software)

Lição VI. Use seus conhecimentos – sem complicar

Habilidade de comunicação é um requisito básico para qualquer profissão. Mas, de acordo com pesquisas recentes, essa é uma competência em baixa nos currículos de muitos profissionais por aí.

“A entrevista é o momento para você mostrar que foi além em sua carreira profissional. Sempre é muito interessnte se deparar com pessoas que sempre buscaram mais do que o cargo exigia”, diz Assef. “Quando você consegue ir além, fazer analogias, se comunicar melhor, mostrar-se interessado, isso gera um diferencial competitivo”.

Fonte: http://info.abril.com.br/

09 julho, 2009

Google invade mercado da Microsoft ao lançar sistema operacional

Paula Gil.

San Francisco, 8 jul (EFE).- O gigante da internet Google decidiu se aventurar em uma das poucas áreas que ainda não explorava, e anunciou o lançamento de um sistema operacional para netbooks que concorrerá diretamente com o onipresente Windows, da rival Microsoft.

O Google Chrome OS será uma extensão do Chrome, o navegador da companhia lançado há nove meses, e seus criadores esperam que esteja disponível na segunda metade do próximo ano.

Este sistema operacional de código aberto será pensado especialmente para navegar na internet e usar aplicações baseadas na rede, que muitos acreditam que acabará substituindo o modelo de software sob licença capitaneado pela Microsoft.

"É nossa tentativa de mostrar que é preciso reconsiderar como deveriam ser os sistemas operacionais", disseram Sundar Pichai e Linus Upson, responsável de gestão de produto e diretor de engenharia do Google, respectivamente, no blog corporativo da empresa.

A ideia é melhorar a experiência do usuário na internet, que é onde Google deseja que todos passem a maior parte do tempo, já que suas aplicações e serviços estão baseados na rede.
Apesar de o Chrome OS funcionar também em computadores de mesa, o sistema será especialmente criado para netbooks, portáteis de baixo custo que estão com a popularidade em alta.

Enquanto as vendas dos computadores de mesa caíram 23% no primeiro trimestre de 2009, segundo dados da iSuppli, a comercialização de netbooks subiu 10%, graças ao sucesso entre consumidores preocupados com o preço e porque querem, basicamente, um computador para ter acesso à internet.

A Microsoft certamente está muito consciente desta tendência, que interfere diretamente em suas vendas do Windows.

Aproximadamente 80% dos netbooks no mercado utilizam o Windows XP, uma versão mais antiga, barata e menos rentável para a Microsoft que o Vista.

Por isso, a empresa criou o Windows 7, um sistema operacional que vai rodar tanto em netbooks como em computadores de mesa.

O Chrome OS é, na realidade, a segunda incursão do Google na área dos sistemas operacionais.
A companhia já tinha lançado o Android, um sistema operacional para celulares que funciona também em netbooks e que já foi adotado por diversos fabricantes.

O Google reconhece que Chrome OS e Android se completam em alguns aspectos, mas insiste em que são sistemas independentes.

Além disso, afirma que a possibilidade de escolher entre os dois "vai impulsionar a inovação e beneficiará a todos, incluindo o Google".

Quem possivelmente sairá prejudicado desta nova investida é a Microsoft, que pode apenas observar o aumento do número de concorrentes do Windows.

Nos últimos anos, o Google lançou ainda diversas aplicações como o Google Docs, que concorre diretamente com alguns programas do Office. Estes programas são gratuitos, porque não são financiados com publicidade online.

Paralelamente, a Microsoft não poupa esforços para aumentar sua fatia entre os softwares baseados na rede e nos negócios da internet em geral.

O último capítulo desta luta foi o lançamento do "Bing", o novo buscador da Microsoft, apresentado no final de maio.

O gigante do software gastou US$ 100 milhões na promoção do "Bing", que recebeu boas críticas e conseguiu elevar levemente a fatia de mercado da Microsoft entre as ferramentas de busca.

No entanto, será complicado para a Microsoft ameaçar o domínio do Google nessa fatia de mercado. A popularidade da companhia é tão grande que em alguns países, seu nome é sinônimo do serviço que ela oferece em seu site.

Da mesma maneira, o Google encontrará dificuldades para popularizar seu sistema operacional em um setor no qual o Windows teve praticamente o monopólio durante 20 anos.

Apesar da crescente popularidade de sistemas de código aberto como o Linux, o Windows continua presente em quase 90% dos computadores de todo o mundo, e o Explorer é o navegador de 65% dos internautas, contra a pequena fatia de 1,8% conseguida pelo Chrome em seus nove meses de vida. EFE

28 fevereiro, 2009

Google cai e rivais sobem nas buscas


Na última quarta-feira, a comScore divulgou dados que apontam que o Google vem perdendo espaço em participação nas buscas online nos Estados Unidos.


A empresa perdeu 0.5%, enquanto os rivais Yahoo!, Microsoft e AOL ganharam espaço em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado.


O Google continua com uma folgada liderança, com 63% de participação entre 13,5 bilhões de buscas online feitas pelos norte-americanos em janeiro.


O Yahoo!, em segundo lugar, ganhou 0.5% de participação sobre dezembro - acima da média de 0.1% a 0.2% no mês desde agosto de 2008 - passando a deter 21% das buscas na internet dos EUA.


A Microsoft também ganhou espaço, com uma alta de 0.2% sobre dezembro, passando a representar 8,5% do segmento. A AOL ganhou 0.1% e registrou 3.9% do mercado em janeiro. Já o Ask.com perdeu 0.2% em um mês, contando com 3,7% do mercado.


O volume de buscas online nos EUA cresceu 7% em janeiro em relação com o mês anterior. O Google foi a plataforma de 8,5 bilhões de buscas no mês passado, enquanto o Yahoo! registrou 2,8 bilhões.


Fonte: Redação Adnews

16 janeiro, 2009

Revelado o impacto ambiental de uma busca no Google

Segundo informações da Times Online, quando um usuário realiza duas pesquisas no Google Search através de um computador desktop é possível gerar a mesma quantidade de dióxido de carbono que a fervura de uma xícara de chá numa chaleira, revelou uma pesquisa recente.

"Enquanto milhões de pessoas utilizam o Google sem considerar o meio ambiente, uma típica pesquisa gera cerca de 7g de CO2 como uma chaleira em ebulição com cerca de 15g. ´O Google opera grandes centros de dados em todo o mundo que consomem uma grande quantidade de energia´, disse Alex Wissner-Gross, um físico da Harvard University cujas pesquisas revelam o impacto ambiental da computação. ´Uma pesquisa do Google tem um impacto ambiental definitivo´" descreve a reportagem.

O Google não revela dados sobre seu consumo de energia e as pegadas de carbono. Ele também se recusa a divulgar os locais de centros de dados. No entanto, com mais de 200 milhões de pesquisas diárias estimadas globalmente na internet, o consumo de eletricidade e de gases com efeito estufa causado por computadores e da internet podem ser preocupantes.

"Embora o Google afirme trabalhar na vanguarda da computação verde, o seu motor de pesquisa gera altos níveis de CO2, devido à forma como ele atua. Quando você digita em uma pesquisa no Google, por exemplo, "Dicas de poupar energia", o seu pedido não vai para apenas um servidor. Ela vai para vários que competem uns contra os outros", reportam os editores Jonathan Leake e Richard Woods.

Para Wissner-Gross, o Google é muito eficiente, mas a sua principal preocupação é fazer buscas rápidas e isso significa que ele tem uma série de capacidades suplementares que queimam energia. Em resposta às conclusões feitas pelas pesquisas, o Google publicou uma nota dizendo que "opera atualmente com mais eficiência que qualquer outro provedor de sistema de buscas".

Os relatórios também apontam que a indústria mundial de TI tem gerado tantos gases que causam efeito de estufa como as companhias aéreas do mundo - cerca de 2% das emissões globais de CO2. "Centros de dados estão entre as instalações com mais intenso uso de energia", disse Evan Mills, um cientista do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, na Califórnia.
O uso pessoal de internet também esteve na mira dos pesquisadores. Para a Wissner-Gross, ao visualizar uma simples página da web é possível gerar de certa de 0,02 de CO2 proximadamente por segundo. Este sobe cerca de dez vezes, para 0.2g de CO2 por segundo, quando visualiza um site com imagens complexas, animações ou vídeos.

Fonte: Google Discovery
Por Renê Fraga

Google encerra atividade de cinco produtos de uma vez

O Google anunciou o encerramento das operações de cinco produtos: Google Video, Catalog Search, Notebook, Jaiku e Dodgeball.

A notícia, de acordo com o Meio Bit, não chega a ser uma surpresa. Afinal, não faz sentido manter o Google Video, se a empresa possui o Youtube, o campeão indiscutível em audiência de vídeos online. O Jaiku, que foi criado para competir com o Twitter, não engrenou e vai se tornar open-source. Além disso, os outros produtos mencionados também não são populares.

O site prevê mais mudanças, pois o Google conta com muitos serviços que geram pouca ou nenhuma receita, como o Google Base ou o Knol ?

Na última quarta-feira, a empresa anunciou, em seu blog oficial, uma mudança na velocidade de contratações e a demissão de 100 pessoas, além da reestruturação do pessoal de engenharia, com escritórios sendo realocados.

As mudanças têm por objetivo tornar a empresa mais eficiente, mas também mostram que o Google também está sendo atingido pela crise.

Comentário pessoal:
A google é uma empresa fantástica pela sua capacidade de inovação, mas devemos lembrar que apesar de todo o crescimento real e imaginário, ela não é intocável.

Fonte: Meio Bit

20 dezembro, 2008

Só o google salva...


Em tempos que o google aparece com uma força construtiva e destruidora ao mesmo tempo, parece cada vez mais usual ser dependente dele, mas se você acha que a charge acima é apelativa e descabida que tal a charge do Maurício Ricardo, do Charges.com.

Lá vai o link:
http://charges.uol.com.br/2008/09/04/cotidiano-achou-a-fe/

Impagável.