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12 julho, 2009

Forrester: 5 dicas para negociar com fornecedores de TI

Boston - Antes de fechar um contrato, é preciso ter certeza de que o fornecedor cumpre requisitos de seleção, implementação, utilização, manutenção e migração para novas versões.

Por Thomas Wailgum, CIO/EUA

10 de julho de 2009 - 12h11

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Adquirir um sistema, seja ele ERP (de gestão corporativa), CRM (de gestão do relacionamento com os clientes), BI (inteligência de negócios) é mais uma atividade no escopo das obrigações da área de Tecnologia da Informação. “Mas dentre todas as aquisições realizadas pelas companhias, a operação de compra de soluções tecnológicas representa a que traz mais dificuldades às empresas”, diz Ray Wang, vice-presidente e diretor de análise da Forrester Research.

Mesmo colocando de lado o estresse gerado pela negociação com fornecedores, a complexidade das novas ofertas (como SaaS - software como serviço - e virtualização, por exemplo), somada às mudanças constantes no mercado de fornecimento de tecnologia da informação, torna a aquisição ainda mais difícil. E é nisso que a empresa de pesquisas se baseou para elaborar a segunda versão de relatório que indica as melhores práticas de negociação entre as empresas envolvidas.

“Antes de assinar um contrato, os gestores devem negociar cinco quesitos com seus fornecedores”, comenta Wang, que complementa: “São eles: seleção, implementação, utilização, manutenção e migração para novas versões”. Segundo o especialista, CIOs e outros profissionais ligados à tecnologia e negócios devem incorporar essas etapas aos relacionamentos com fornecedores e estratégias de contratação.

Seguem os cinco pré-requisitos que as companhias devem exigir antes de efetuar uma aquisição de software:

Seleção: suporte de operação e para novas versões do software;

Implementação: fornecedores devem provar que executivos confiáveis estão por trás do negócio;

Utilização: permissão para que os clientes compartilhem uns com os outros as modificações que realizaram na solução;

Manutenção: exigência de que fornecedores busquem melhores opções de suporte pata a companhia;

Migração: possibilidade de evolução para outras versões do mesmo software sem custo ou estresse.

Por que tudo isso é importante? De acordo com Wang, agora é a hora de as empresas buscarem a reestruturação de suas operações para resolver problemas gerados no passado e ganhar fôlego para crescer. “A maneira como elas se relacionam com os fornecedores é determinante para o sucesso dessa fase de mudanças nas companhias”.

14 janeiro, 2009

Linx Sistemas apresenta solução de gestão para empresas calçadistas na maior vitrine da indústria brasileira do setor.

No evento, a empresa mostra o software de ERP que controla desde o início da produção até a da venda dos artigos ao consumidor final.

São Paulo - A Linx Sistemas, líder no mercado de soluções corporativas informatizadas para gestão de empresas de varejo e atacado, leva à edição 2009 da maior feira da indústria brasileira de calçados, a Couromoda – Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro, a solução ERP Linx Global Fashion e os produtos de automação comercial da marca Quadrant. A 36ª Couromoda acontece de 12 a 15 de janeiro de 2009, no Pavilhão do Anhembi, na cidade de São Paulo.

O principal objetivo da Linx Sistemas com a participação na Couromoda deste ano é apresentar os benefícios que as empresas do setor calçadista podem alcançar com a implantação de um sistema de gestão que controla todos os seus processos empresariais, da produção ao ponto de venda. De acordo com Nércio Fernandes, diretor de desenvolvimento e pesquisa da Linx Sistemas, a empresa demonstrará os principais recursos do ERP Linx Global Fashion que é um sistema totalmente integrado e que apresenta um alto nível de aderência ao segmento do varejo de calçados e vestuário, entre outros, com interface gráfica amigável e implantação otimizada.

“Por meio de módulos o sistema prevê todos os processos, desde o início da produção dos calçados até o momento da venda dos artigos ao consumidor final, incluindo cada detalhe que compõe este ciclo. Além disto, o software inclui ferramentas que apóiam os executivos na tomada de decisão em nível estratégico, como os módulos de Business Intelligence e de CRM”, explica Fernandes. Estas ferramentas, segundo o executivo, são estratégicas para o dirigente da empresa otimizar os processos de gestão e dispor de informações confiáveis para planejar estratégias e táticas, visando sempre reduzir custos, aumentar a eficiência e a competitividade.

Com grande conhecimento do mercado, a Linx incluiu em seus sistemas recursos específicos para gestão de processos de varejo e atacado, como por exemplo, novas metodologias de distribuição e reposição de mercadorias baseadas no sell life, elaboração de Plano de Reposição com segmentação de Produtos x Lojas, manejo de packs, reposição diferenciada para lojas com desempenho acima ou abaixo do esperado, reposição de loja com base em vendas, B2C e estoque ideal, entre outras funções. A Linx Sistemas já se tornou referência em soluções para varejo e atacado, com mais de 2.500 clientes e tem suas soluções implementadas em empresas como Puma, Hering, Daslu, M. Officer, Ellus, Arezzo, Pontal Calçados e Asics.

Perfil da indústria calçadista brasileira.: Exporta anualmente 180 milhões de pares para mais de 130 países Gera divisas de US$ 1,8 bilhão com as exportações O principal importador de calçados brasileiros é o norte-americano, seguido pela Argentina, Reino Unido e Canadá. O parque calçadista brasileiro é formado por cerca de oito mil fábricas Emprega 300 mil pessoas. Os fabricantes dispõem de máquinas, equipamentos e matérias-primas de alta qualidade para o processamento do sapato, sendo grande parte obtida no próprio mercado interno. Estima-se que o PIB setorial seja de R$ 15 bilhões. (Fonte: Abicalçados - http://www.abicalcados.com.br)
36ª Couromoda – Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro, de 12 a 15 de janeiro de 2009, das 10h às 20h e dia 15 das 10h às 17h, no Pavilhão do Anhembi, Avenida Olavo Fontoura, 1.209 - São Paulo, capital. Mais informações sobre o evento no endereço: http://www.couromoda.com [ Estande da Linx Sistemas – Av. 4, 83 – esquina com a Rua N ].

Couromoda - A 36ª edição da Couromoda – Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro reunirá todas as grandes marcas de moda em calçados e acessórios. A feira apresentará as novas coleções de moda de 1.200 empresas produtoras de todos os tipos de calçados, tênis, bolsas, artigos de viagem e esportivos, confecções e acessórios de moda.

Couromoda apresenta as novidades de mais de três mil marcas, com produtos que vão abastecer as lojas a partir de março de 2009. As coleções lançadas na feira trazem opções para outono/inverno e também para alto verão, para atender as necessidades do varejo de todas as regiões do Brasil e de compradores internacionais.

Grupo Linx - Fundado em 1985, o Grupo Linx desenvolve produtos, serviços e soluções que otimizam os negócios e aumentam a competitividade de seus clientes. Conta hoje com mais de 2.500 clientes no Brasil, América Latina e Europa e mais de 400 colaboradores em sua matriz, além de unidades de relacionamento e parceiros distribuídos por todo o Brasil e no exterior.
Especializado em soluções tecnológicas para empresas de varejo e atacado, em segmentos como vestuário e calçados, dentre outros, o Grupo Linx é composto pelas divisões Linx Sistemas, Linx Logística, Linx Telecom e Linx Fast Fashion.

A Linx Sistemas é líder de mercado em soluções corporativas informatizadas para gestão de empresas de varejo e atacado com destaque para os setores de vestuário, calçados e presentes. Recentemente incorporou a operação da Quadrant, constituindo a maior software house voltada para o comércio, varejo e atacado da América Latina São clientes empresas como Puma, Daslu, Hering, Forum, Richards, Vila Romana, TNG, Ellus e Luigi Bertolli.

Em 2008, o Grupo Linx passou a figurar entre “As 100 empresas mais ligadas do Brasil”, pelo ranking da INFO Exame; e pela terceira vez, entre as "100 Maiores Empresas de Serviços Corporativos", do IDG Brasil; e “As 200 maiores”, da Informática Hoje. Destaca-se também entre "As 200 Maiores Empresas de TI"; da INFO Exame (2007 e 2008) e entre “As 50 maiores Empresas de Software”, pelo Anuário Série Estudos.

Fonte: http://www.revistafator.com.br

01 janeiro, 2009

Projeto de Débito Direto Autorizado impulsionará investimentos do setor financeiro em TI

O segmento financeiro, grande comprador de tecnologia no Brasil, irá revolucionar o modo como as pessoas e empresas efetuam seus pagamentos, causando grande impacto nos segmentos de hardware (servidores e armazenamento de dados), software e serviços com o projeto DDA (Débito Direto Autorizado), cujo lançamento está previsto para o segundo semestre de 2009.

O Débito Direto Autorizado permitirá o recebimento eletrônico de compromissos de pagamentos, permitindo assim reduzir o número de boletos em papel. A expectativa da Febraban é de diminuir em 50% a emissão dos boletos impressos no prazo de três anos, ganhando agilidade e segurança, entre outras vantagens.

Segundo estudos da IDC, Brazil Quarterly Server Tracker Q308 e IDC Brazil Quarterly Storage Tracker Q308, neste ano, o segmento financeiro consumiu até agora cerca de 42,8% das receitas totais investidas em servidores (incluindo mainframes), assim como 29,3% do total investido em armazenamento de dados no país. Este segmento é o que responde pela maior fatia de investimentos em ambos os mercados.

Para Alexandre Vargas, analista dos mercados de servidores e storage da IDC, "a implementação deste projeto já influencia os investimentos em hardware, software e serviços das instituições financeiras participantes, e a tendência é que eles se intensifiquem nos próximos meses". A TIVIT, por exemplo, empresa ganhadora da licitação para o desenvolvimento e hospedagem deste projeto, irá demandar infra-estrutura para suportá-lo, mas ainda não divulgou o volume de investimentos a serem realizados. Na primeira fase do projeto, apenas as contas de consumo (água, telefonia e energia) serão beneficiadas. Já as contas que exigem um nível de detalhamento maior que o usual não serão contempladas por enquanto.

"Se analisarmos o impacto nos mercados de servidores e armazenamento de dados, a demanda por equipamentos será positiva, pois, segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), comprovantes de diversos tipos de pagamentos têm que ser mantidos por até cinco anos, o que demandará uma grande capacidade de armazenamento em curto, médio e longo prazos", complementa Vargas.

Pela facilidade e segurança que o projeto proporciona, tanto aos usuários como para as empresas que emitem boletos de pagamento, a adesão de ambos poderá ser grande. Considerando que já existem 40 milhões de domicílios com acesso à Internet no Brasil e que as transações via Internet Banking (Pessoa Física) aumentaram 6% em 2007, pode-se esperar uma adesão signficativa a este serviço.

Grandes empresas de ERP que atuam no mercado brasileiro já têm trabalhado na adaptação de seus sistemas para se adequarem a este novo serviço. Esse sistema será disponibilizado, customizado e implementado dentro dos principais ERPs do mercado, aumentando assim a agilidade de processos como, por exemplo, a digitação dos códigos de barras, transporte dos boletos dentro das empresas, logística de documentos e outros.

Fonte: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=110257&C=265
Visite também: http://www.febraban.org.br/projetodda/

Comentário pessoal:
O DDA é mais um projeto audacioso, que em conjunto com o SPED (Fiscal e Contábil), a NFe e a NFSe, fazem com que eu me sinta em um país moderno, contraditoriamente ainda temos empresas que investem pouco em tecnologia, mas isso irá mudar...
Sobre o DDA, logo postarei mais notícias, especialmente sobre o impacto dessa novidade no mercado de software de gestão.
Até logo...

18 dezembro, 2008

SaaS: Quatro letras para conquistar as pequenas empresas

A oferta de software como serviço (SaaS) ganha novos modelos de negócios no Brasil em busca de chegar em um mercado de difícil acesso, o SMB.
Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD
16 de outubro de 2007 - 07h00

Mesmo com a grande demanda por soluções de tecnologia, o mercado de pequenas e médias empresas segue apenas como um sonho de consumo de boa parte das companhias de tecnologia da informação.
Ao contrário do consolidado e altamente competitivo setor de grandes organizações, o SMB brasileiro surge como um mercado com ótimas possibilidades para exploração, responsável por 21% do produto interno bruto nacional e com uma competição desorganizada e repleta de pequenos concorrentes.
E esse não é o único dado que justifica o interesse. O Sebrae (Serviço de apoio à micro e pequena empresa) estima que 98% das empresas no Brasil são pequenas ou médias ou – no idioma da TI – SMBs (small and medium business). Por aqui, elas empregam 60% da população economicamente ativa do País e estão espalhadas por todos os estados do Brasil, o que é um fator ainda mais interessante se o fabricante de tecnologia estiver interessado em massificar o uso de suas soluções, garantindo mão-de-obra e usuários acostumados com a sua marca.
Não é à toa que, notando todas essas condições, as empresas de tecnologia preparam seus melhores discursos. Atender às necessidades únicas deste setor, trabalhar via canais e outros tópicos repetidos com insistência são argumentos para conseguir este disputadíssimo mercado.
Um ponto importante, no entanto, está em oferecer o software como serviço. No modelo de SaaS o preço da aquisição da licença do software é diluído. Por outra, o SaaS nasce como uma resposta ao cansaço de adquirir soluções incompletas, tendo que comprar componentes dependendo da necessidade, passando a usar uma ferramenta gerida pelo fornecedor. Até um problema anterior, a infra-estrutura de hardware para instalar as aplicações vendidas como serviço, está resolvido com o novo modelo de venda de software como serviço.
A IBM é uma das empresas que está apostando nesta estratégia. Para a Big Blue, o modelo funciona como a ponta-de-lança para atingir, finalmente, o SMB, trabalhando com fornecedores de aplicações para ter ofertas de soluções de software mais hardware na ponta. “Via a equipe de vendas dos nossos parceiros ISVs [Independent Software Vendors], podemos oferecer ao SMB uma solução completa e sob demanda”, conta Davi Dias, gerente de alianças estratégicas da IBM para a América Latina.
Atualmente, relata o executivo, a IBM conta com cinco parceiros, entre eles a Datasul, para ERP, e a Elucid, com ferramenta para billing no setor elétrico. Na prática, as soluções rodam no centro de serviços da empresa em Hortolândia, interior de São Paulo. “A definição do marketing e dos eventos é feita em conjunto, com um investimento compartilhado com o parceiro em questão”, garante o executivo. Ele completa: “O SaaS vai servir para a IBM entrar no SMB e criar soluções sob demanda. Mais do que o um lucro imediato, estamos buscando nos preparar para o futuro”, explica.
A Oracle também tem uma atuação nesse sentido. Apoiando-se em seu data center em Austin, Texas, a empresa oferece as soluções de seu portfólio – do tradicional banco de dados ao ERP ou CRM – com foco específico no setor de médias empresas. “O SMB está se perguntando qual é o preço para comprar um ERP e descobrindo que manter o software pode sair quatro vezes mais caro do que SaaS”, discursa Sylvio Modé, vice-presidente de suporte e on demand da Oracle.
Sobre a utilização de parceiros ISVs para chegar ao mercado, Modé é enfático: “com a nossa política de aquisições, não preciso compor com parceiro para oferecer suíte completa”. Ao optar pelo modelo de software como serviço os clientes conseguem um tempo de adaptação muito menor do que o tradicional. “Para implementar o ERP, uma empresa precisa de 6 a 4 meses. Se optar pelo modelo sob demanda, são 21 dias úteis”, garante.
SaaS é pouco para o SMB
Mas acreditar que é possível dominar o mercado de pequenas e médias empresas apenas com uma mudança no modelo negócios é, no mínimo, ingênuo. Para Wilson de Godoy, vice-presidente de sistemas e recursos do grupo Totvs, é preciso conhecer esse mercado em profundidade, atuando no setor por anos. “Para o mercado de SMB, software como serviço não é nenhuma novidade e não é garantia de sucesso”, garante o executivo. Atualmente, afirma, o grupo Totvs tem 80% do seu faturamento oriundo do segmento SMB.
Godoy afirma que diversas desenvolvedoras de software brasileiras –empresas do grupo Totvs incluídas – já ofereciam suas aplicações como serviço para as pequenas e médias empresas do País, portanto as ofertas de SaaS não chegam a ser novidade para o setor. “Quem faz sucesso no segmento SMB já atua com este modelo de negócios há tempos”, provoca o executivo da Totvs. Ele acrescenta: “No SMB, a negociação é feita diretamente com o dono. Um vendedor que não conhecer essa realidade, que quiser vender uma caixa fechada nesses clientes, vai falhar”, avisa.
Oferecer software como serviço, destaca, é apenas uma das maneiras de trabalhar o setor que não está tão cru em tecnologia quanto há cinco anos. “O modelo tem pontos positivos: a transformação do custo fixo em variável, o que transfere o risco para o fornecedor”, define.
Fernando Aires, analista da IDC, concorda. Para o especialista, o argumento de conquistar o mercado SMB com apenas uma troca no modelo de comercialização não se sustenta. “Oferecer o SaaS ou um preço mais agressivo não é suficiente. Para atuar no setor, o fornecedor precisa de parceiros estabelecidos, com muitos canais”, diz. O analista aponta que, dentro do movimento de especialização das empresas – pequenas ou não – o software como serviço surge como uma alternativa para que as companhias cuidem apenas do núcleo do negócio delas – o que dificilmente vai ser o desenvolvimento, a gestão e a manutenção de sistemas de TI.
Acima de tudo, ressalta Fernando Aires, analista da IDC, mais importante do que o debate sobre quem vai conquistar esse mercado pouco dantes navegado, está em entender que o SaaS não é a panacéia que está sendo vendida por tantos. “O preço está sendo diluído, mas os donos das pequenas e médias empresas precisam planejar com cuidado para ter controle financeiro”, define. Ele completa: “O pequeno e médio empresário precisa entender qual é o ‘ponto de virada’, em qual momento o negócio em SaaS deixa de ser vantajoso”.

Esse texto foi encontrado no site: http://computerworld.uol.com.br/

As pequenas empresas de software que quiserem aumentar a sua fatia de mercado, precisam ter executivos antenados neste mercado, pois já existem inúmeros sinais que as grandes empresas serão fortes concorrentes em um fatia que antes era inexplorada.
O modelo SaaS ampliará horizontes e tornará o contrato algo mais justo para o pequeno empresário, que gastará o que realmente utiliza.
Quem tiver a capacidade de renovação mais rápida estará na crista desta onda.

Gartner reduz projeção mundial de gastos com ERP


Este último trimestre vai marcar o início de um cenário desafiador para o mercado de sistemas de gestão empresarial (ERP), já que a atual desaceleração da vendas em todo o mundo, aliada à escassez de crédito provocada pela crise financeira mundial, deve reduzir os investimentos das empresas nesse tipo de software, segundo análise do Gartner.


Tanto, que o instituto de pesquisas reviu para baixo a projeção de gastos das companhias com ERP entre 2008 e 2012.


Neste ano, o mercado mundial de ERP deve movimentar cerca de US$ 229,2 bilhões, um crescimento de 13,9% em relação a 2007. A cifra, contudo, representa uma pequena redução de cerca de 0,8% em relação a estimativa inicial do Gartner, a qual previa que o mercado atingiria US$ 231,2 bilhões, uma expansão de 14,9% na comparação com o ano passado.


Para 2009, a consultoria cortou a projeção de gastos das empresas com software de ERP em 3,47%, que inicialmente eram de US$ 253,1 bilhões, ou uma alta de 9,5% em relação a este ano. Agora, a previsão para o ano que vem é que esse mercado gere receitas de US$ 244,3 bilhões, resultado 6,6% superior a 2008.


"O business case para muitas iniciativas de infra-estrutura agora é a busca por harmonizar a redução de custos e a gestão de risco, em vez de fomentar o crescimento das receitas", disse Fabrizio Biscotti, diretor de pesquisas do Gartner.


Segundo ele, a revisão dessa previsão leva em conta uma série de fatores que têm surgido nos últimos meses, incluindo as recessões confirmadas em vários países-chave; a nova projeção do PIB para novembro desses países; os alertas antecipados de fornecedores em outubro e novembro sobre as suas expectativas de vendas para o quarto trimestre e o ano de 2009; e as flutuações das taxas cambiais que estão causando a perda de valor do euro e da libra esterlina britânica face ao dólar.


Segundo o Gartner, todas as regiões do mundo irão sentir o impacto da retração nos gastos com ERP em algum grau, seja no quarto trimestre ou ao longo de 2009. No entanto, os países mais maduros sentirão um impacto maior, enquanto os emergentes registrarão taxas mais lentas de crescimento.




Esss texto foi extraído do site: http://www.tiinside.com.br/




Apesar do reconhecimento que a crise vai causar estragos, mas uma pergunta não pode deixar de ser feita: Qual empresa sofrerá mais, a empresa com uma boa ERP ou aquela que ainda não faz o seu caixa no caderninho?




Você empresário tem que apostar na informatização de seus processos e a crise tem que ser encarada como oportunidade para rever procesos, ser eficiente no uso dos recursos e atacar a concorrência.