A receita da RM Sistemas Campinas, que atua com venda e implantação de ERP, além de serviços de TI e consultoria em negócios, cresceu 115% em 2008. Só na área de licenciamento de software, a compahia se expandiu 64%.
O resultado superou as expectativas: conforme a diretora de Atendimento e Relacionamento da empresa, Márcia Uehara, nos últimos três anos a empresa somou crescimento de 170%.
“O crescimento registrado se deve ao trabalho realizado com foco nas vendas e entrega. Investimos em treinamento, marketing regional, na equipe de vendas e na gestão”, explica ela.
Segundo a diretora, em 2008 um dos segmentos que mais investiu nas soluções oferecidas pela RM foi a construção civil. “Entre os mais de 280 clientes que a empresa atende, quase 20% estão relacionados com este mercado”, diz a executiva.
Para 2009, a ideia da RM Campinas é crescer 55% somente no primeiro semestre.
No mercado desde 1986, a unidade campinense da RM Sistemas conta com uma carteira de mais de 280 clientes de pequeno, médio e grande porte. Entre os principais estão DPaschoal, Bandag, Alcar Abrasivos, Anglo Campinas, Grupo Bertin, Grupo Equipav, Campneus, EPTV, HMY do Brasil, Ideal Standard, RAC, Jofege, Rodovias das Colinas, Singer, Sucos Del Valle e Unimed Campinas.
Mostrando postagens com marcador Software. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Software. Mostrar todas as postagens
03 fevereiro, 2009
01 janeiro, 2009
Projeto de Débito Direto Autorizado impulsionará investimentos do setor financeiro em TI
O segmento financeiro, grande comprador de tecnologia no Brasil, irá revolucionar o modo como as pessoas e empresas efetuam seus pagamentos, causando grande impacto nos segmentos de hardware (servidores e armazenamento de dados), software e serviços com o projeto DDA (Débito Direto Autorizado), cujo lançamento está previsto para o segundo semestre de 2009.
O Débito Direto Autorizado permitirá o recebimento eletrônico de compromissos de pagamentos, permitindo assim reduzir o número de boletos em papel. A expectativa da Febraban é de diminuir em 50% a emissão dos boletos impressos no prazo de três anos, ganhando agilidade e segurança, entre outras vantagens.
Segundo estudos da IDC, Brazil Quarterly Server Tracker Q308 e IDC Brazil Quarterly Storage Tracker Q308, neste ano, o segmento financeiro consumiu até agora cerca de 42,8% das receitas totais investidas em servidores (incluindo mainframes), assim como 29,3% do total investido em armazenamento de dados no país. Este segmento é o que responde pela maior fatia de investimentos em ambos os mercados.
Para Alexandre Vargas, analista dos mercados de servidores e storage da IDC, "a implementação deste projeto já influencia os investimentos em hardware, software e serviços das instituições financeiras participantes, e a tendência é que eles se intensifiquem nos próximos meses". A TIVIT, por exemplo, empresa ganhadora da licitação para o desenvolvimento e hospedagem deste projeto, irá demandar infra-estrutura para suportá-lo, mas ainda não divulgou o volume de investimentos a serem realizados. Na primeira fase do projeto, apenas as contas de consumo (água, telefonia e energia) serão beneficiadas. Já as contas que exigem um nível de detalhamento maior que o usual não serão contempladas por enquanto.
"Se analisarmos o impacto nos mercados de servidores e armazenamento de dados, a demanda por equipamentos será positiva, pois, segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), comprovantes de diversos tipos de pagamentos têm que ser mantidos por até cinco anos, o que demandará uma grande capacidade de armazenamento em curto, médio e longo prazos", complementa Vargas.
Pela facilidade e segurança que o projeto proporciona, tanto aos usuários como para as empresas que emitem boletos de pagamento, a adesão de ambos poderá ser grande. Considerando que já existem 40 milhões de domicílios com acesso à Internet no Brasil e que as transações via Internet Banking (Pessoa Física) aumentaram 6% em 2007, pode-se esperar uma adesão signficativa a este serviço.
Grandes empresas de ERP que atuam no mercado brasileiro já têm trabalhado na adaptação de seus sistemas para se adequarem a este novo serviço. Esse sistema será disponibilizado, customizado e implementado dentro dos principais ERPs do mercado, aumentando assim a agilidade de processos como, por exemplo, a digitação dos códigos de barras, transporte dos boletos dentro das empresas, logística de documentos e outros.
Fonte: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=110257&C=265
Visite também: http://www.febraban.org.br/projetodda/
Comentário pessoal:
O DDA é mais um projeto audacioso, que em conjunto com o SPED (Fiscal e Contábil), a NFe e a NFSe, fazem com que eu me sinta em um país moderno, contraditoriamente ainda temos empresas que investem pouco em tecnologia, mas isso irá mudar...
Sobre o DDA, logo postarei mais notícias, especialmente sobre o impacto dessa novidade no mercado de software de gestão.
Até logo...
O Débito Direto Autorizado permitirá o recebimento eletrônico de compromissos de pagamentos, permitindo assim reduzir o número de boletos em papel. A expectativa da Febraban é de diminuir em 50% a emissão dos boletos impressos no prazo de três anos, ganhando agilidade e segurança, entre outras vantagens.
Segundo estudos da IDC, Brazil Quarterly Server Tracker Q308 e IDC Brazil Quarterly Storage Tracker Q308, neste ano, o segmento financeiro consumiu até agora cerca de 42,8% das receitas totais investidas em servidores (incluindo mainframes), assim como 29,3% do total investido em armazenamento de dados no país. Este segmento é o que responde pela maior fatia de investimentos em ambos os mercados.
Para Alexandre Vargas, analista dos mercados de servidores e storage da IDC, "a implementação deste projeto já influencia os investimentos em hardware, software e serviços das instituições financeiras participantes, e a tendência é que eles se intensifiquem nos próximos meses". A TIVIT, por exemplo, empresa ganhadora da licitação para o desenvolvimento e hospedagem deste projeto, irá demandar infra-estrutura para suportá-lo, mas ainda não divulgou o volume de investimentos a serem realizados. Na primeira fase do projeto, apenas as contas de consumo (água, telefonia e energia) serão beneficiadas. Já as contas que exigem um nível de detalhamento maior que o usual não serão contempladas por enquanto.
"Se analisarmos o impacto nos mercados de servidores e armazenamento de dados, a demanda por equipamentos será positiva, pois, segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), comprovantes de diversos tipos de pagamentos têm que ser mantidos por até cinco anos, o que demandará uma grande capacidade de armazenamento em curto, médio e longo prazos", complementa Vargas.
Pela facilidade e segurança que o projeto proporciona, tanto aos usuários como para as empresas que emitem boletos de pagamento, a adesão de ambos poderá ser grande. Considerando que já existem 40 milhões de domicílios com acesso à Internet no Brasil e que as transações via Internet Banking (Pessoa Física) aumentaram 6% em 2007, pode-se esperar uma adesão signficativa a este serviço.
Grandes empresas de ERP que atuam no mercado brasileiro já têm trabalhado na adaptação de seus sistemas para se adequarem a este novo serviço. Esse sistema será disponibilizado, customizado e implementado dentro dos principais ERPs do mercado, aumentando assim a agilidade de processos como, por exemplo, a digitação dos códigos de barras, transporte dos boletos dentro das empresas, logística de documentos e outros.
Fonte: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=110257&C=265
Visite também: http://www.febraban.org.br/projetodda/
Comentário pessoal:
O DDA é mais um projeto audacioso, que em conjunto com o SPED (Fiscal e Contábil), a NFe e a NFSe, fazem com que eu me sinta em um país moderno, contraditoriamente ainda temos empresas que investem pouco em tecnologia, mas isso irá mudar...
Sobre o DDA, logo postarei mais notícias, especialmente sobre o impacto dessa novidade no mercado de software de gestão.
Até logo...
27 dezembro, 2008
A arte de desenvolver software
1 - Como o cliente explicou
2 - Como o líder do projeto desenhou
3 - Como o analista projetou
4 - Como o programador construiu
5 - Como o consultor de negócios
6 - Como o projeto foi documentado
7 - Que funcionalidades foram instaladas
8 - Como o cliente foi cobrado
9 - Como foi mantido
10 - O que o cliente realmente queria
Assinar:
Postagens (Atom)