13 novembro, 2009

Certificação Microsoft(Estudante paga meia até na Certificação MS!)

Anunciada mais uma promoção de descontos para exames Microsoft!

A promoção é mundial e os descontos chegam até 55%, dependendo do país. O Brasil ficou com um dos maiores descontos: 50%!!A promoção é para estudantes apenas.Para obter o desconto, basta visitar o site da promoção
http://www.prometric.com/microsoft/student
escolher o exame, preencher o formulário com nome, sobrenome, e-mail e país e aguardar seu voucher de desconto por e-mail.Daí é só seguir com o processo normal de registro para o exame.Promoção válida até 30 de Junho de 2010.

A solicitação do voucher é on-line e a geração é automática. O voucher chegar por e-mail em até 2 dias (em meu teste chegou em 2 minutos).

Para ter acesso ao valor promocional, o estudante deve agendar o exame usando o código para exames acadêmicos (072), que não podem ser agendados on-line.

Para agendar o exame, o estudante deve entrar em contato por telefone com a Prometric ou se dirigir a um Centro de Exames.

No agendamento, o aluno deverá apresentar o voucher de desconto, um documento de identidade e um comprovante de que é estudante. Este comprovante pode ser a carteira de estudante ou um boleto da instituição.

A instituição pode ser faculdade, colégio, universidade, etc.. Basta que a mesma esteja registrada no MEC.
Atenção: o fiscal Prometric irá exigir documento que comprove sua condição de estudante (carteira de identificação ou boleto da instituição) e a sua identidade quando for fazer o exame.

Obs:Ajudem na divulgação.
Grato!!
Gilson Nascimento
Analista de Suporte (ITIL Foundation)
Técnico em Desenvolvimento de Sistemas
Técnico de hardware
SuporteTécnico de software de Gestão
Redes de Computadores

11 novembro, 2009

Sim. Documentação é vital!

Publicado por Jonas Abreu

Acredito que em todos os projetos nos quais já trabalhei, documentação foi um fator determinante para o sucesso ou fracasso do projeto. Documentação é muito importante e chega a ser irresponsável dizer que documentação é inútil.

Na minha opnião, documentação é uma forma de comunicação entre você (programador/documentador do presente) e você ou outros (programadores/gerentes do futuro - sendo futuro qualquer momento posterior à escrita da documentação). Através da documentação, tem que ser explicado para o próximo o que aquele sistema ou módulo faz. Essa é a função primordial da documentação.

Mas documentação não é apenas escrever dezenas de UMLs. Como disse, documentação é uma forma de comunicação e por definição não pode estar restrita à modelos. Modelos são ótimos para termos um lugar de onde partir (afinal, a melhor forma de aprendizado é através da cópia), mas temos que ter consciência de que devemos criar nossas próprias formas de comunicação com nossa equipe futura.

O que muitos acreditam erroneamente é que agilistas não gostam de documentação. Isso com certeza não é verdade. A maioria dos agilistas que vejo é mais preocupada com documentação do que desenvolvedores que utilizam processos tradicionais. A grande diferença é como cada um lida com a documentação.

Em um processo tradicional, a documentação é vista como uma obrigação. E obrigações são chatas e entediantes, não importa qual seja. Os agilistas encaram de outra forma. A documentação é uma responsabilidade de toda a equipe.

Então você não pode ter alguém responsável por escrever a documentação em uma equipe? Claro que pode (e talvez deva). Mas o ponto de ser uma responsabilidade afeta todos os tipos de documentação, não apenas os que devem ser entregues a algum gerente/supervisor/chefe.

Uma documentação que costuma ser muito ignorada é o próprio código. Como documentação é uma forma de comunicação entre o agora e o futuro, o código fonte da aplicação é o primeiro ponto de contato. Código auto-documentado é um dos principais tipos de documentação. Nenhum outro é capaz de suprir sua falta, porque esse é o código que realmente roda em produção (e consequentemente é quem traz dinheiro para a empresa). E notem a ênfase em auto. Eu não estou falando em ferramentas como javadoc, ndoc, ou comentários. Estou falando sobre código que além de legível é compreensível. Existe uma grande diferença entre os dois. Na comunidade de desenvolvimento SmallTalk isso é levado muito a sério. As boas práticas dizem que se você sentir a necessidade de acrescentar um comentário, você deve alterar o código para que fique mais compreensível e o comentário seja desnecessário.

Um segundo ponto de contato muito importante são os testes automatizados. Testes nada mais são do que documentação funcional do seu código, que ainda tem uma vantagem sobre os outros tipos. Eles são capazes de dizer se o seu código está certo com relação à quando o teste foi escrito. Se um teste falha, significa que o código está errado ou que o teste perdeu o sentido (ou seja, você nunca corre o risco de ficar com essa documentação desatualizada).

Esses são dois tipos de documentação que tem manutenção automática. Você não precisa lembrar de alterar o documento DOC4129-X porque acrescentou um método à classe Funcionario. Acrescentando o método (e o teste), a documentação estará feita.

Mas isso é suficiente? Nem sempre. Trabalhei com vários projetos onde foi o suficiente. Vários outros, não chegou perto do mínimo necessário. Quando estou desenvolvendo uma API para uso público, eu costumo documentar (com uma ferramenta como javadoc) toda a parte pública dela (por mais que muitas vezes eu gaste mais tempo com a documentação do que escrevendo essa parte pública), porque preciso explicar tudo o que vai acontecer, sem que o usuário precise olhar a implementação. Se quero que o projeto ganhe visão, preciso de uma documentação para o usuário, ensinando-o a usar o sistema (essa costuma levar mais tempo ainda).

O mais importante é lembrar que qualquer tipo de documentação exige esforço. Quanto desse esforço é convertido em valor para o projeto? O Toyota Production System é completamente baseado em eliminação de desperdício. E desperdício é qualquer coisa que não acrescente valor ao produto ou cliente. Quanto da documentação nos seus projetos atuais agregam valor aos seus clientes? Todas as 10 páginas para se criar uma modificação em uma classe? Então essa documentação é ótima. Nenhum dos diagramas UML? Então essa documentação precisa ser reavaliada.

Documentação é tão vital quanto água. Sem documentação, um projeto pode morrer. Com documentação excessiva, também.

Diferenças entre Java e Javascript



Queremos que fique claro que Javascript não tem nada a ver com Java, salvo em suas origens. Atualmente são produtos totalmente distintos e não guardam entre si mais relação que a sintaxe idêntica e pouco mais. Algumas diferenças entre estas duas linguagens são as seguintes:

  • Compilador. Para programar em Java necessitamos um Kit de desenvolvimento e um compilador. Entretanto, Javascript não é uma linguagem que necessite que seus programas se compilem, senão que estes se interpretem por parte do navegador quando este lê a página.

  • Orientado a objetos. Java é uma linguagem de programação orientada a objetos. (Mais tarde veremos que quer dizer orientado a objetos, para quem ainda não sabe) Javascript não é orientado a objetos, isto quer dizer que poderemos programar sem necessidade de criar classes, tal como se realiza nas linguagens de programação estruturada como C ou Pascal.

  • Propósito. Java é muito mais potente que Javascript, isto é devido a que Java é uma linguagem de propósito geral, com o que se podem fazer aplicações do mais variado, entretanto, com Javascript somente podemos escrever programas para que se executem em páginas web.

  • Estruturas fortes. Java é uma linguagem de programação fortemente tipada, isto quer dizer que ao declarar uma variável teremos que indicar seu tipo e não poderá mudar de um tipo a outro automaticamente. Por sua parte, Javascript não tem esta característica, e podemos colocar em uma variável a informação que desejarmos, independentemente do tipo desta. Ademais, poderemos mudar o tipo de informação de uma variável quando quisermos.

  • Outras características. Como vemos Java é muito mais complexo, mas também, mais potente, robusto e seguro. Tem mais funcionalidades que Javascript e as diferenças que os separam são o suficientemente importantes como para distinguí-los facilmente.

Por que a Oracle batalha tanto pelo MySQL?

Reuters Quarta-feira, 11 de novembro de 2009 - 17h52

BOSTON - A Oracle está permitindo que a aprovação das autoridades regulatórias à sua aquisição da Sun Microsystems, por 7 bilhões de dólares, demore meses, devido a uma controvérsia quanto a um banco de dados que a maioria dos usuários obtém gratuitamente.

O banco de dados MySQL, da Sun, embora minúsculo como fonte de receita, é importante para a Oracle porque pode ajudar a companhia a se expandir a novos mercados e melhorar sua posição competitiva diante da grande rival Microsoft, dizem os analistas.

A base de clientes do MySQL é formada por pequenas e médias empresas que utilizam a tecnologia para operar sites e armazenar dados de negócios. Os bancos de dados Oracle costumam se sair mal nesses mercados, e a empresa em lugar disso se concentra em grandes clientes corporativos.

"A base instalada da Oracle representa o Velho Mundo - o mercado existente de aplicativos empresariais. Mas existe todo um Novo Mundo que a Oracle não foi capaz de capturar," disse Marten Mickos, antigo CEO da MySQL.

Embora as autoridades dos EUA já tenham aprovado o acordo, os fiscais antitruste da União Europeia apresentaram nesta semana uma declaração de objeções, alegando que a transação prejudicaria a competição no mercado de bancos de dados, que movimenta 19 bilhões de dólares ao ano, caso a Oracle tomasse o controle da MySQL.

Essas preocupações causaram meses de atraso à transação, e resultaram em prejuízos que o presidente-executivo da Oracle, Larry Ellison, calcula em centenas de milhões de dólares.

A Oracle se recusa a ceder quanto ao MySQL, ativo que os analistas consideram possa ajudar a segunda maior produtora de software para empresas a se expandir rumo a novos mercados. Google, Amazon, Facebook e diversas agências de viagem online estão entre os gigantes da Web que usam software MySQL em seus sites, e esse é um mercado que a Oracle encontrou dificuldades para penetrar.

O MySQL, um produto de fonte aberta disponível para download gratuito na Internet, é o único programa de banco de dados de uma grande empresa disponível a custo zero. A Sun fatura oferecendo versões com recursos adicionais, e serviços como atualizações para corrigir defeitos.

05 outubro, 2009

Entrevista - Roberto Dias Duarte

Autor do livro Big Brother Fiscal na Era do Conhecimento, o administrador de empresas Roberto Dias Duarte vem se destacando Brasil afora ao disseminar os benefícios que a Nota Fiscal Eletrônica pode proporcionar ao setor produtivo. Nesta entrevista concedida ao SawluzNews, ele comenta a necessidade de as empresas utilizarem essa nova ferramenta para ganhar em competitividade, ao reduzir custos e riscos nas operações fiscais, exigência acentuada pelo fato de o País estar sentindo os efeitos da crise financeira internacional.

Qual é a sua avaliação, até o momento, do processo de adesão das empresas à NF-e?

Já realizei mais de cem palestras e cursos pelo País, em especial destinados a empresas pequenas e escritórios contábeis, e tenho percebido que muitos desconhecem aspectos básicos do tema. Algumas empresas sequer estão emitindo a Nota Fiscal Eletrônica, descumprindo assim a legislação. Outras até estão emitindo, mas apenas como uma obrigação fiscal. Já num terceiro caso, menos comum, estão conseguindo obter, de fato, maior nível de competitividade empresarial a partir do uso da NF-e. De mais de 200 casos que acompanhei, apenas cinco conseguiram ter essa visão gerencial do projeto.

Como obter ganhos de competitividade a partir da NF-e?

É preciso modificar os procedimentos administrativos, simplificá-los, adequá-los a essa nova realidade, ou seja, capacitar as pessoas, implantar softwares mais eficientes e melhorar também os processos logísticos de relacionamento entre cliente, fornecedor e escritório contábil. A redução de custos logísticos proporcionada por essa integração é enorme. Mais de 90% das empresas têm serviços contábeis terceirizados, ou seja, há toda uma logística baseada em papel. A empresa recebe e manda documentos o dia inteiro para o contador. E muitas vezes esses papéis não são enviados, se extraviam, chegam incorretos, rasurados. Ao se promover essa integração eletrônica, o nível de erro passa a ser muito baixo e o trabalho de mão de obra deixa de existir.

Você tem acompanhado o processo de implantação nas autopeças?

Venho acompanhando apenas de um modo geral. Uma percepção de quem está vendo de fora é que, com essa crise mundial afetando muito a indústria automobilística, em especial fora do Brasil, os ganhos de competitividade e redução de custos passam a ser a cada dia mais importantes, seja para a montadora ou o fornecedor. Quanto mais assertivo você for na entrega, no produto, na quantidade, na especificação e no custo, melhor. Aproveitar dessa questão da NF-e para promover uma integração de fato real entre a cadeia produtiva, minimizando os riscos e os custos, é fantástico. Integração produtiva que eu falo não é só da autopeça com a montadora, mas do fornecedor da autopeça com a autopeça e a montadora. E dos próprios escritórios contábeis do fornecedor e da autopeça e o departamento fiscal contábil da montadora. Ou seja, é reduzir os custos e os erros drasticamente, em níveis que antes era impossível alcançar.

Que cuidados uma empresa que está emitindo a NF-e deve tomar para manter em sigilo os dados trafegados?

O primeiro passo é instalar antivírus e ativar as proteções tradicionais, como os firewalls. Em segundo lugar, criar um sistema de segurança de acesso. Cada usuário deve ter sua senha. Afinal, se todo mundo tiver a mesma senha não tem como saber quem é o fraudador. 86% das fraudes eletrônicas são feitas dentro da própria empresa, pelos seus funcionários. Por último, backup. O ideal é hospedar as informações num datacenter.

Mais cedo ou mais tarde a tecnologia acaba falhando. Que dicas você daria para que as empresas não sejam surpreendidas por eventuais falhas?

Tem de ter redundância. Redundância de link de Internet, servidores, computadores. Dependendo do nível de criticidade da sua operação – volume e tempo máximo de espera – você vai ter redundâncias mais ou menos sofisticadas. Se a empresa for pequena, com um netbook, o software gratuito da SEFAZ e o modem 3g, já resolve. Mas as grandes empresas precisam ter redundância de estabelecimentos. Se caiu o ERP em alguma filial ou unidade, ela começa a emitir por outro meio. No fundo, é estabelecer os parâmetros necessários para contingência, como tempo máximo de espera, volume mínimo de notas que vai transmitir num determinado espaço de tempo, e traçar os planos de contingência com redundância no que for viável e possível. O fato é que todos os casos têm solução. Eu já emiti NF-e no ferry boat de Salvador para Itaparica.

Com a instituição da NF-e e de outros mecanismos fiscalizatórios pelo governo, quais as consequências para as empresas?

Olhando do ponto de vista contábil, não dá para brincar de fazer planejamento tributário. Porque uma vez que a nota fiscal já foi entregue, não tem mais aquela história de vai nota, cancela nota, corrige nota, passa corretivo, tira o carbono. Isso não existe mais. É tudo auditado. No fundo, você está rastreado o tempo inteiro. Se a NF-e está rastreando seu fornecedor, seu cliente e você, não tenha dúvidas que o fisco vai te pegar. Pode não te pegar hoje, mas não precisa ser hoje também. Tem até 2014. São cinco anos. E mais: acaba ganhando o imposto com 30, 50% de multa.

Quais devem ser os próximos passos do governo para instituir de vez o chamado Big Brother Fiscal?

A Escrituração Contábil Digital está dando um passo fortíssimo para se consolidar. No ano que vem, entram todas de Lucro Real.

Quanto ao SPED Fiscal, tudo indica que as empresas vão cumprir o prazo agora em setembro. O Lalur eletrônico deve ser massificado em 2010. Agora existe um projeto do SPED Trabalhista Previdenciário, reunindo informações sobre a folha de pagamento – FGTS, Previdência Social, INSS etc. Será possível, por exemplo, rastrear as empresas que estão comprando vale transporte e não estão recolhendo Fundo de Garantia e INSS. A DIRPF, provavelmente, será incorporada ao SPED Trabalhista, pois a ideia é reunir todas as obrigações acessórias que sejam das pessoas física e jurídica.

Em comparação a outros países, como o Brasil está em termos de avanços tecnológicos e fiscalização?

O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário soltou um estudo classificando o Brasil como um dos piores índices de sonegação fiscal da América Latina. Daqui a cinco anos, em função do SPED, esse índice será o menor da América Latina. Em dez anos, vai ser compatível com o dos países mais desenvolvidos da Europa e EUA. Esse movimento do fisco está sendo feito de forma muito rápida, uma década é muito tempo se formos pensar em sociedade brasileira. Eu não vejo isso em outros lugares do mundo.

Existem sistemas semelhantes ao do SPED em outros países?

Existe no Chile e no México a NF-e num modelo bem mais simples; na União Européia, a fatura eletrônica. O nosso modelo é muito mais sofisticado e completo. Traduzir as normas legais que temos em tecnologia não é para qualquer um. Temos duas alterações legais na área tributária a cada hora, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.”

Fonte: Sawluz News